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(Source: die-fucked, via staystron-g)

E você continua seguindo em frente e eu continuo empacando. Você continua aumentando a lista de garotas que estampam teus lençóis e eu continuo sentindo a sua falta. Continuo te esperando, mesmo quando você já desistiu de nós dois. Mas, olhe só, vou te contar uma coisa: eu não sei parar de te dar a devida importância. Mesmo que a tua voz miúda e fraca pedindo distância naquela noite fria continue ecoando pelo meu quarto. Mesmo que meu cheiro já tenha expirado de teu moletom, que nosso aniversário de término já tenha completado lá seus três meses; mesmo que tua rota diária na volta da faculdade tenha tomado outros rumos para não cruzar com a minha casa, que teus dedos já não disquem mais o meu número, eu persisto. Eu to aqui, te esperando. Apesar dos pesares, eu continuo aqui. Simplesmente porque eu sei que não dá pra se esquecer um amor fugaz como o nosso de uma hora para outra. Eu sei que você ainda se pega traído pelas lembranças, que você força a tua memória para lembrar-se do meu perfume, que mesmo contra a sensatez meu número continua na tua lista eletrônica. Eu sei que embaixo da tua cama, num baú acinzentado encontra-se uma foto nossa que te assombra nas noites que você dorme sozinho. Sei que no teu banheiro a minha escova de dente continua lá, e que teus amigos te aconselham a parar de freqüentar o bar que nós nos conhecemos – e que todas as sextas-feiras você senta-se à mesa de madeira no canto esquerdo, simplesmente porque a inicial do meu nome está cravada nela. Mas, tudo bem, eu te entendo. Digo, entendo o porquê de você desistir de nós dois. Entendendo porque você desistiu de mim. Minhas manias te incomodavam, minha teimosia te atrapalhava, meus gostos eram diferentes dos teus. Enquanto eu gostava de ir ao cinema, você queria ficar em casa. Meu time era rival do teu. Você gostava de pizza doce, enquanto eu odiava. E não só por isso. Não pense que eu me esqueci da vez em que briguei com o teu amigo por conta daquele vídeo game estúpido que ele esquecia na tua casa todo santo dia, tampouco da vez em que não te atendi durante três dias por pura birra. Eu sei que sou complicada, implicante, infantil na maioria das vezes, mas, veja bem, eu te amei. Eu te quis, te admirei, te almejei durante tanto tempo. Eu abri mão de tudo pra te acompanhar. Não fui visitar a minha mãe para ir contigo num clássico dos nossos times; recusei vários convites de minhas amigas para sair, pelo simples fato de que você pediu para eu ficar contigo à noite. Aprendi a dirigir por tua causa, aprendi a jogar vídeo game, a cozinhar, a ser menos egocêntrica. Tudo por você. Eu vivi tanto tempo por você. E aparentemente parece que você não se importa mais. Eu te pedi para não esquecer, você prometeu, então agora prove. Prove que não se esqueceu, que não apagou, e volta. Me ligue, mesmo que eu esteja dormindo – você sabe que eu odeio ser acordada, mas garoto, é por você. Apareça aqui em casa, mostre que ainda se importa. Não desvie mais do meu caminho, não fuja quando você sabe que nós sempre vamos nos encontrar no final das contas. Pare de tentar encontrar o meu cheiro em outras, quando é impossível. Não deixe o orgulho vencer, não se renda. Não fuja. Não esquece. Por favor, não se esquece de mim não. Não ouça teus amigos quando dizem pra seguir em frente, não jogue fora os cd’s que eu te dei, não elimine minhas lembranças. Não me exclua totalmente da tua vida, quando você sabe que vai doer. Volta, vai. Volta pra mim. Eu to te esperando, não esquece. Eu sempre estou aqui por você. Germana K. (icanbeyourcocaine)
(via metrasteusorriso)
(Source: phfeelings, via quero-te-ver-sorrir)

Cansei de tentar ser forte. Cansei de esconder a dor e sempre fingir que esta tudo bem. Eu não sou de ferro, e não sei que ideia ridícula foi essa de tentar ser. Não vou mais manter a pose, sem essa de garota forte, de garra, que sempre supera tudo. Essa não é a verdade sobre mim. Eu sou tão fraca, geralmente choro todas as noites ao deitar na cama. Me sinto mal quando estou sozinha, é, eu tenho uma necessidade imensa das pessoas. Ligo de dividir os meus amigos, ligo de dividir qualquer coisa que seja minha. Não gosto de ser deixada de lado. Sofro com a ausência dele, e por incrível que pareça com a presença também. Eu não sou nada do que aparento ser. Eu não sou essa garota incrível que muitos acham. Eu sou tão nada, tão pouco, tão insignificante. Que na maioria das vezes eu chego a ter pena de mim. Intimidade de Garota - Pâmela Ferreira
(via quero-te-ver-sorrir)